Porque é que a depreciação precisa de um mapa
Quando compra equipamento, um veículo ou um computador, ele continua a trabalhar durante anos. A depreciação reparte o custo por essa vida útil, em vez de o lançar todo no mês em que pagou. Um mapa regista quanto imputar em cada período e quanto o ativo ainda vale na contabilidade.
Esse valor contabilístico entra no balanço, e a despesa de depreciação de cada período entra na demonstração de resultados. No IFRS, isto está coberto pela IAS 16, Property, Plant and Equipment.
Linha reta ou saldo decrescente duplo?
- Linha reta: (custo − valor residual) ÷ vida útil. O mesmo valor em cada período. Serve para ativos que se desgastam de forma regular, como mobiliário ou edifícios.
- Saldo decrescente duplo: o dobro da taxa da linha reta, aplicado ao valor contabilístico que resta. Os valores são mais altos no início e diminuem com o tempo, o que serve para tecnologia e veículos.
As regras fiscais podem diferir das regras contabilísticas. Nos EUA, por exemplo, a depreciação fiscal segue o sistema do IRS descrito na Publication 946, por isso confirme com o seu consultor antes de usar um mapa numa declaração fiscal.
Como construir o seu mapa
Dê um nome ao ativo e à conta a que pertence, por exemplo equipamento de escritório. Escolha períodos mensais ou anuais e introduza o custo de compra, a vida útil em períodos, a data de compra e o valor residual esperado. Quando os dados estiverem completos, escolha um método e o mapa aparece.
Cada linha mostra o período, a data, a despesa de depreciação, o total acumulado e o valor contabilístico que resta. Exporte o mapa para Excel para o guardar com o registo de ativos fixos.